A Lua cobrirá no máximo 12 % do disco solar (magnitude 0.221), às 11:40:00 (hora local de São Paulo). O Sol estará então a 83° acima do horizonte, na direção nordeste. Não haverá totalidade aqui.
| Fase | Hora local | TU | Altura do Solalt. |
|---|---|---|---|
| Primeiro contato — a Lua toca o Sol | 10:28:25 | 13:28:25 | 67° |
| Máximo | 11:40:00 | 14:40:00 | 83° |
| Último contato — a Lua deixa o Sol | 12:51:16 | 15:51:16 | 78° |

Durante cerca de duas horas, a Lua avança sobre o disco solar e depois o libera. A olho nu, a queda de luz quase não se nota antes que três quartos do Sol estejam cobertos; aqui, no máximo, 12 % do disco estará escondido. Sem instrumento nem óculos de eclipse, não se notará nada.
Para ver a totalidade é preciso estar dentro da faixa de centralidade — o mapa do eclipse e a lista de cidades na página do eclipse mostram por onde ela passa.
Em Rio de Janeiro, em 26 de janeiro de 2028, não há nenhum momento em que se possa olhar o Sol sem proteção: óculos de eclipse (norma ISO 12312-2) ou projeção sobre uma folha, do primeiro ao último contato.
Horários e geometria calculados pelo Novilune para o ponto 22.9110° S, 43.2094° W (altitude 9 m), a partir da efeméride DE441 do Jet Propulsion Laboratory, com ΔT = 69.3 s. A incerteza sobre ΔT (± 6 s) desloca todos os horários juntos em alguns segundos no máximo; a refração atmosférica não é aplicada (não muda de forma perceptível os horários de contato a esta altura do Sol).
Os horários são dados na hora local de São Paulo (TU -03:00).
O Novilune desenha este eclipse tal como será visto de Rio de Janeiro — os dois discos no máximo, o trajeto da Lua, o mapa da faixa de totalidade — e faz o mesmo com cada lua nova do ano 2000 a.C. ao ano 3000, para qualquer lugar da Terra, sem conexão.