A Lua cobrirá no máximo 13 % do disco solar (magnitude 0.237), às 11:24:01 (hora local de São Paulo). O Sol estará então a 73° acima do horizonte, na direção leste-nordeste. Não haverá totalidade aqui.
| Fase | Hora local | TU | Altura do Solalt. |
|---|---|---|---|
| Primeiro contato — a Lua toca o Sol | 10:13:06 | 13:13:06 | 58° |
| Máximo | 11:24:01 | 14:24:01 | 73° |
| Último contato — a Lua deixa o Sol | 12:37:03 | 15:37:03 | 83° |

Durante cerca de duas horas, a Lua avança sobre o disco solar e depois o libera. A olho nu, a queda de luz quase não se nota antes que três quartos do Sol estejam cobertos; aqui, no máximo, 13 % do disco estará escondido. Sem instrumento nem óculos de eclipse, não se notará nada.
Para ver a totalidade é preciso estar dentro da faixa de centralidade — o mapa do eclipse e a lista de cidades na página do eclipse mostram por onde ela passa.
Em Curitiba, em 26 de janeiro de 2028, não há nenhum momento em que se possa olhar o Sol sem proteção: óculos de eclipse (norma ISO 12312-2) ou projeção sobre uma folha, do primeiro ao último contato.
Horários e geometria calculados pelo Novilune para o ponto 25.4296° S, 49.2713° W (altitude 910 m), a partir da efeméride DE441 do Jet Propulsion Laboratory, com ΔT = 69.3 s. A incerteza sobre ΔT (± 6 s) desloca todos os horários juntos em alguns segundos no máximo; a refração atmosférica não é aplicada (não muda de forma perceptível os horários de contato a esta altura do Sol).
Os horários são dados na hora local de São Paulo (TU -03:00).
O Novilune desenha este eclipse tal como será visto de Curitiba — os dois discos no máximo, o trajeto da Lua, o mapa da faixa de totalidade — e faz o mesmo com cada lua nova do ano 2000 a.C. ao ano 3000, para qualquer lugar da Terra, sem conexão.